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sexta-feira, 30 de março de 2012

Problemas comuns à raça!


Problemas comuns à raça:
O Pit Bull não é um cão que preocupe muito seus donos com relação à sua saúde. Além de seu pelo curto exigir poucos cuidados para manter se limpo, não há registros de problemas específicos da raça.
Como todas as raças de crescimento rápido e forte musculatura, pode apresentar displasia coxofemoral. Caso vá adquirir um filhote, dê preferência aos criadores que façam controle de displasia dos pais e que tenham sido aprovados pelas radiografias.
Para preveni-la é importante evitar pisos lisos, realizar exercícios moderados visando fortalecer a musculatura da pélvis, e principalmente, deve-se evitar ao máximo a obesidade. A dor, com consequente claudicação e impotência funcional do(s) membro(s) pélvico(s), é causada inicialmente em cachorros jovens, principalmente pela lassidão e instabilidade articulares e, na fase crônica da doença que ocorre já em cachorros adultos, pela degeneração da articulação devido à incongruência articular. Tal degeneração resulta em lesões na cartilagem, micro fraturas da cabeça do fêmur e do acetábulo e processos inflamatórios da cápsula articular.

Os filhotes!

Os filhotes:
Como todo terrier, os Pits devem ser estimulados à obediência desde cedo, caso contrário podem desenvolver um traço forte de personalidade dominante e sair do controle do dono. Também é fundamental que se promova a socialização do filhote não apenas com pessoas diferentes como também com outros cães.
O adestramento básico de obediência é quase obrigatório para os cães que possuem estas características de dominância e atividade e de maneira geral os resultados aparecem tanto mais rápido quanto maior for o envolvimento do dono no processo de treinamento.
Como os adultos, os filhotes são muito resistentes e cheios de disposição. No entanto, é importantíssimo que o cão tenha um desenvolvimento adequado do ponto de vista de exercícios compatíveis com sua idade. É fundamental que o proprietário evite sobrecargas de exercícios e, naturalmente, não faça uso de substâncias anabolizantes que podem comprometer o desenvolvimento do filhote além de comprometer suas funções hepáticas e renais. Um cão musculado não nasce da noite para o dia e o trabalho envolve um programa bem estruturado de exercícios de preferência com acompanhamento de veterinários.

Personalidade do Pit Bull!

Personalidade:

O Pit Bull é um cão extremamente forte e resistente, ágil e determinado. Muito fiel ao seu dono e às pessoas da casa, é um cão que aprende com relativa facilidade, mas que, como bom membro da família dos Terriers pode ser bem teimoso.
Apesar de se caracterizar pela valentia e pela determinação, o Pit Bull não deve ser agressivo com as pessoas da casa e mesmo com estranhos deve se mostrar calmo e equilibrado caso não haja ameaça real ao seu dono.
A aptidão que apresenta para os esportes fizeram com que as entidades ligadas à raça desenvolvessem provas específicas que visavam promover e incentivar a criação da raça nos seus melhores atributos. Atualmente existem diversos clubes que organizam eventos específicos como o Game Dog que envolvem provas de resistência, força e agilidade. Além disso, os Pits são especialmente indicados para proprietários dispostos a ter uma rotina de exercícios. Pode se dar muito bem como praticante de agility ou apenas como acompanhante em corridas diárias e Cooper.
Já o convívio com outros cães, inclusive os da própria raça, é quase impossível, mesmo que hajam variações de acordo com as linhagens envolvidas. De maneira geral considera-se viável manter 2 pits juntos desde que seja de sexo diferente e que, de preferência, convivam desde cedo.
Por seu alto grau de atividade não se adapta bem a pequenos espaços e pode mesmo chegar a desenvolver distúrbios como depressão e comportamentos destrutivos. O ideal é que tenha espaço, companhia do dono e muita atividade para que possa ter uma vida saudável.
De maneira geral, são cães bastante dominantes – provável herança do seu ancestral inglês – e por essa razão devem ter donos muito experientes e, sobretudo, responsáveis. Aulas de adestramento são fundamentais para que o proprietário tenha um cão equilibrado e, principalmente, controlável. Não se deve esquecer-se da influência fundamental do ambiente sobre o cão: na grande maioria das vezes a culpa de um cão ser agressivo é justamente do proprietário que não soube se impor e educar o cão.
São bastante tolerantes com crianças, mas até em função de seu porte físico, não devem ser deixados sem supervisão uma vez que durante as brincadeiras podem vir a derrubá-las.

A história do American Pit Bull Terrier e American Staffordshire Terrier!


A história do American Pit Bull Terrier tem a mesma raiz da do American Staffordshire Terrier,  sendo comum a afirmação de que se trata de um mesmo cão que seguiu caminhos diferentes a partir do desenvolvimento da cinófila que trouxe um novo foco para a criação de cães: as exposições de conformação. Foi este enfoque que traçou os rumos da posterior divisão das duas raças, colocando de um lado os criadores que buscavam um maior aprimoramento da beleza e estrutura física dos cães e ao mesmo tempo uma diminuição da agressividade dos cães e que trabalharam para o surgimento do o American Staffordshire Terrier e, de outro os criadores que procuravam cães que fossem valorizados por características essenciais a um bom lutador: coragem, agressividade, resistência, capacidade de lutar e morder.
As duas raças possuem como ancestral comum o Staffordshire Bull Terrier, uma raça bastante antiga, cuja origem está vinculada à região de Staffordshire na Inglaterra. Estes cães, extremamente versáteis e populares, foram introduzidos nos Estados Unidos pelos imigrantes ingleses e viraram grandes estrelas das rinhas que ganhavam muitos adeptos no final do século XIX. A chegada dos cães aos Estados Unidos, no entanto, marcou também o início da transformação do Staff Bull no American Staffordshire Terrier, que teve seu tamanho aumentado graças aos acasalamentos promovidos pelos criadores, que buscavam um cão maior e mais forte. Apesar desta antiguidade, só foi aceito como raça independente em 1936. Um dos primeiros cães a serem aceitos pelo AKC foi Pete the Pup, (nome ‘verdadeiro’ de Lucenay's Peter) e que ficou muito famoso como personagem do seriado cômico "Our Gang" no início dos anos 30.
Em 1835, com a proibição das rinhas, é que deu-se realmente a dissociação entre os criadores e a partir daí surgem o American Staffordshire Terrier e o American Pit Bull Terrier. Em 1898 o United Kennel Club (UKC) reconheceu o primeiro exemplar da raça e em 1909 foi fundado nos Estados Unidos a ADBA (American Dog Breeders Association), uma associação exclusiva de criadores da raça Pit Bull. Estas entidades independentes do American Kennel Club foram as principais responsáveis pelas diretivas para aqueles que pretendiam manter o Pit Bull "original", privilegiando seu temperamento valente e determinado.
Se de um lado foi justamente este temperamento valente e determinado que fez crescer o interesse pela raça por criadores sérios e conscientes, de outro atraiu uma legião de criadores e proprietários desinformados e irresponsáveis que incentivavam comportamentos extremamente agressivos e que não tinham qualquer controle sobre seus cães. Esses cães - descontrolados e que não possuíam as boas qualidades de temperamento dos Pit Bulls protagonizaram inúmeros acidentes graves e colocaram a raça na berlinda, sendo alvo de inúmeros protestos e ensejando a criação de leis completamente absurdas que propunham a simples extinção da raça.
Apesar da crescente popularidade destes cães, nenhuma das três grandes entidades cinófilas internacionais - AKC, The Kennel Club (Inglaterra) e FCI (à qual o Brasil é filiado) reconhecem o Pit Bull. Enquanto os American Staffordshire Terrier podem receber registros como Pit Bull o inverso não é possível. No Brasil, onde a CBKC criou um Grupo especial para as raças não reconhecidas pela FCI, os Pit Bulls recebem um pedigree diferenciado, procurando preservar o trabalho dos criadores e incentivar a presença destes cães nas exposições de Beleza.
No Brasil, os primeiros núcleos e tentativas dos criadores da raça de se organizar para proteger a raça começaram em 1996. De lá para cá muitos clubes regionais foram criados com o objetivo de disseminar informações corretas sobre a raça, promover atividades como os Game Dog, e organizar o registro dos filhotes.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Lucas & Castiel!

 Castiel é um gatinho de apenas dois meses, ele é muito calmo, dócil, brincalhão, meigo e carinhoso.  É um Anjo!




Naomi e seu Bob Esponja!

 Naomi é uma linda cadelinha, muito meiga, carinhosa, dócil, brincalhona e simpática.  
É da Raça American Pit Bull Terrier , nasceu dia 07 de fevereiro de 2012, já tomou a 2ª dose da vacina. Chegou aqui em casa ontem dia 27/03/2012.
Eu tive que lhe fazer companhia à noite, pois chorava muito, dormi com um braço pra fora da cama para ela não se sentir só, lambeu meu braço até dormir, de madrugada tive que fazer uns cafunés para o sono voltar , porém, foi uma noite tranquila.
Ela adorou o Lucas, eles passam o dia brincando!   

A importância da vacinação em cães!


A importância da vacinação em cães:
A vacinação nos cães é muito importante para a prevenção de inúmeras doenças, sendo algumas transmissíveis ao homem (Zoonoses). Ela deve ser feita apenas por um Médico Veterinário, que avaliará se o animal está apto a recebê-la no momento, pois apenas animais saudáveis podem ser vacinados.
 Não existe um esquema único ideal de vacinação. Cada profissional deve escolher o esquema mais adequado para o seu paciente.
 Em geral, os cães devem ser vacinados a partir de 45 dias de vida, com a vacina múltipla, mais conhecida como V8 ou V10. Essa vacina protege contra Cinomose, parvovirose, coronavirose, parainfluenza, adenovírus, hepatite infecciosa e leptospirose canina. Os intervalos entre as vacinações variam entre 21 a 30 dias, e são recomendadas 3 ou 4 doses, dependendo do fator de risco e da região em que o animal vive. Depois disso, o cão deve receber uma dose dessa vacina anualmente.
 Além da V8 ou V10, os cães devem ser vacinados contra a raiva, que é uma zoonose. O filhote deve receber a primeira dose a partir de 3 meses de idade, e o reforço é feito anualmente. 
Em algumas regiões é necessário vacinar o animal também contra a Leishmaniose. Essa doença é transmitida através da picada de um mosquito, conhecido como “mosquito palha”, e afeta tanto seres humanos como animais domésticos e silvestres. A Leishmaniose canina é uma doença tratável, mas que não possui cura.
 A vacina da Traqueobronquite Infecciosa Canina (Tosse dos Canis/ gripe canina) é considerada opcional, ou seja, o proprietário é alertado sobre a existência da mesma, e decide juntamente com o Veterinário se deve ou não vacinar o seu animal. Essa doença é altamente contagiosa entre os cães, sendo causada por vários agentes infecciosos, entre eles bacterianos e virais. Os sinais clínicos lembram muito um quadro de resfriado humano, com tosse, espirros, febre, falta de apetite e coriza.
 Um fato muito importante, e quem nem todas as pessoas sabem, é que nenhuma vacina tem garantia de 100% de proteção. Apesar de ser a melhor forma de prevenir contra as doenças, ela é apenas uma pequena parte do processo de imunização. Existem casos de animais que não respondem adequadamente as vacinas, e desse modo, não ficam protegidos. Isso pode ocorrer em animais que estejam doentes, com sistema imune debilitado (ou que estejam fazendo tratamento com medicações que deprimem o sistema imune, como por exemplo, cortisona), ou por características individuais do animal. 
Também é importante saber que, qualquer produto injetável, incluindo vacinas, pode causar reações após a aplicação, sejam elas locais ou generalizadas. As mais brandas observadas são: nódulo/inchaço no local da aplicação, que pode ser dolorido ou não, mas também podem ocorrer reações mais sérias como reação alérgica aguda e choque anafilático. Caso observe alguma reação, o seu Médico Veterinário deverá ser alertado.

 Quem ama cuida, respeita e protege!

 Informações da Net: 
Dra. Gislaine C. Nunes
CRMV-SP 19.745.